segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

De coração a coração

CONHECENDO ECKHART TOLLE
por: João Carlos Marcuschi

Faço esta apresentação porque considero os ensinamentos, dele, alinhados àqueles que são abordados nas palestras de Krishnamurti; entretanto, a linguagem é mais acessível ao leitor ainda não acostumado com esta linha de leitura. Certamente, servirá para esclarecer muitos pontos, que as vezes não captamos lendo Krishnamurti.

Eckhart Tolle é um mestre espiritual ocidental, porém profundamente alinhado com a tradição meditativa do Oriente. Hoje mundialmente conhecido pelo livro "O Poder do Agora", durante muitos anos ele compartilhou sua experiência de realização interior apenas com um número muito reduzido de buscadores.

Nos textos que transcrevemos a seguir, Eckart fala a respeito destes primeiros tempos e como o estado de iluminação impactou radicalmente sua vida. Avalia, também, o processo mais amplo de transformação da consciência humana e seus possíveis reflexos no futuro do planeta.

O material foi extraído de uma entrevista concedida por Eckhart à norte-americana Jenny Simon. O encontro aconteceu em Vancouver, no Canadá, onde o mestre (alemão??) atualmente vive.

Jenny Simon - As pessoas ao seu redor devem pensar que você é um pouco lunático. Em sua experiência interior, você nunca questionou o que aconteceu?

Eckhart - Não. Era tão claro e não havia nenhuma pergunta sobre uma realidade que era tão óbvia. Uma vez eu disse que mesmo se tivesse encontrado o Buda e ele me apontasse “não, não é isso”, eu diria – “que interessante, mesmo Buda pode estar errado”.
Isto não é algo do ego, é só para deixar claro como essa realidade é tão óbvia que nenhuma questão mental, nenhuma pergunta adiantaria.
Por exemplo, se alguém me desse uma maçã e dissesse “não, não é uma maçã”, eu diria “não, eu sei que é”.

Jenny Simon - Você aponta que seu estado de consciência implicou numa redução de 80% na atividade de sua mente pensante. Isso criou alguma espécie de carência ou algo parecido?

Eckhart- Bem, não tanto para mim, mas para as pessoas ao meu redor (risos).
Isso é certo, pois as pessoas que me conheciam, especialmente a família, pais, alguns amigos, pensaram que algo errado tinha acontecido comigo – isto porque por algum tempo, após a mudança, eu prossegui com as estruturas externas de minha vida. Apenas prosseguia como se nada houvesse acontecido, porque ainda havia um “momentum” e continuei seguindo-o durante três ou quatro anos.

Então percebi que essas estruturas externas estavam totalmente fora do alinhamento com meu ser – no mundo acadêmico totalmente dominado pela mente, o ego dominado completamente. Então aconteceu um momento em que deixei tudo para trás...

Foi aí que as pessoas pensaram que eu estava realmente louco – abandonado uma promissora carreira acadêmica e indo sentar-me em um banco do parque, sem fazer mais nada. Era bem estranho, porque eu não tinha nenhuma orientação espiritual, ninguém para dizer-me “você não precisa viver no banco do parque, você pode continuar funcionando no mundo”.

Eu defini isso por mim mesmo.
E isso levou bastante tempo, para que então eu pudesse de novo continuar funcionando no mundo. Por uns tempos, o estado da presença, do ser, era tão satisfatório, belo e completo que perdi todo o interesse no futuro... quanto mais ter ambição ou viver para adquirir isto ou aquilo. Se o momento presente era tão preenchedor, por que precisaria do futuro?
Mas naturalmente, no nível prático o futuro ainda opera, e saber disso às vezes ajuda.

Você precisa tomar um avião daqui a alguns dias, ou aprender algo que leva certo tempo, aprender uma língua, ou o que quer que seja. Mas, eu não mais necessitava do futuro, internamente, e passaram-se anos antes que eu começasse a ser capaz de lidar com o mundo novamente, sem necessitar dele – era quase como uma forma de brincadeira.

Iniciar coisas, fazer coisas e, miraculosamente, também um bom tanto de coisas vinham a mim... Mesmo enquanto estava sentado no banco do parque, com quase nada em meu bolso, geralmente no último momento alguma ocorria ou alguém vinha e novamente eu tinha algo com que viver, por enquanto. Milagrosamente isso sempre acontecia, e gradualmente, então, eu comecei a funcionar no mundo de novo.

Devo dizer que duas ou três vezes tentei voltar às estruturas do mundo, sentia que meu tempo no banco do parque estava terminando, então me dizia: “Ok, é melhor eu fazer alguma coisa”.

Uma vez me candidatei a um emprego, e isso é bem engraçado, um emprego num banco mercantil na cidade de Londres (riso). Durante a entrevista, ouviram-me com interesse, mas não me deram o lugar.

Depois candidatei-me a um emprego acadêmico e houve outra entrevista, só que devo ter dito algo, embora tenha procurado evitar a linguagem espiritual, mas... havia seis ou sete professores ao meu redor e ao final da entrevista um deles me perguntou: o que você realmente quer fazer? (riso).

E na realidade não havia nada que eu realmente quisesse fazer, então essa foi a minha última entrevista – eu percebi que na realidade não queria voltar às estruturas do mundo.
Foi então que gradualmente as pessoas vieram e passaram a me fazer perguntas, começando com situações de ensino informal.

Algo um pouco mais estruturado surgiu e então eu me tornei um professor espiritual aos olhos do mundo (risada), foi isso que aconteceu. Não ganharia um emprego se colocasse no meu currículo “não mais preciso pensar”, mas realmente é o que acontece.
O próprio poder de ensinar vem desse estado, da consciência.
Não sou eu, e sempre que começo a falar tenho essa sensação de que não tenho nada, absolutamente nada, a dizer.

Assim, não é realmente esta pessoa que está fazendo qualquer coisa.
Todo o ensinamento que tem causado um certo impacto no mundo vem desse estado de não-pensamento, não tem nada a ver com esta pessoa aqui... (riso)

Jenny Simon - Eu ouvi você várias vezes citar o mestre indiano Ramana Maharshi. Como se mede o progresso espiritual? É pela ausência do pensamento? Você acredita nisso realmente?

Eckhart - Sim, sim. No grau da ausência de pensamento, sim, está certo.
É simples, muito simples.

A mente pode dizer: “ok” – mas isto significa que não fiz nenhum progresso, porque estou pensando o tempo todo. Talvez você não saiba que já há ausência de pensamento em si, talvez algum breve momento, mas não importa...

Você respondeu à beleza?
Deve haver ausência de pensamento em você, porque de outra forma não veria a beleza.
Esse momento é ausência de pensamento.

Pode haver muitos momentos de ausência de pensamento – de repente você percebe: “Gente, há ocasiões em que o pensamento está ausente”. Ou você pode exclamar: “Oh! Eu não estou pensando!” (riso). E você já está pensando de novo.

Algumas vezes você sabe que não está pensando e ainda não está pensando (riso).
Mas é bom não tentar provocar esse estado, porque poderia ser um esforço muito grande.

A forma mais rápida de tornar-se livre de pensamento é ainda render-se ao momento, aceitar este momento como ele é, porque se você observa o processo de pensar compulsivo, descobre que sempre está associado à não-aceitação.

A não-aceitação é a característica essencial do estado egóico criado na mente – a não-aceitação do agora.

E toda a compulsão realmente é uma fuga, é o negar da beleza e da vida do agora.
Quando você vê a verdade disso, pode aceitar este momento como ele é.
É um estado de grande força – não de fraqueza, como a mente pode dizer-lhe, exceto que há um efeito colateral dessa aceitação, a mente deixada de fora, porque quando você não está lutando com o que é, a compulsão para pensar cessa.

Isso é algo que requer continuidade da prática espiritual.
Muitas vezes você não aceita o que é e então percebe que está novamente negando o agora.
E essa percepção está certa, quando você vê a não-aceitação, já está livre dela.
Quando você não vê a não-aceitação, então fica novamente preso em todo o ruído mental, porque não está aceitando o que é.

Assim, a mais poderosa prática espiritual é aceitar este momento como ele é.
Aceitação descomprometida deste momento como ele é.

É por isso que grandes mestres às vezes parecem tão aterradores, embora sejam gentis internamente, na realidade. Olhando velhos retratos ou fotos de grandes mestres, seus olhos são tão aterradores. Sim, descompromissado agora, sim, não movendo, estando aberto. E este estado é tanto gentil quanto aterrador, ambos ao mesmo tempo.

Então essa é a prática espiritual mais poderosa e é realmente a única prática espiritual que não lhe dá tempo (riso). Há tantas práticas espirituais que lhe concedem tempo para tornar-se um bom adepto, praticar mais e mais, gradualmente.
Mas aceitar este momento como ele é, você só pode fazê-lo agora.

Jenny Simon - Freqüentemente temos ouvido você falar sobre a nova consciência que está emergindo e como esse estado está disponível cada vez para um número maior de pessoas. Mas, honestamente, não estou convencida de que isso não seja uma projeção de sua experiência. Não tenho dúvida de que você floresceu como ser humano, mas não vejo evidência, ao meu redor, de que muitas pessoas passarão por isso. Pergunto: você tem alguma premonição de que isso vai acontecer em 5, 10, mil anos? Como isso realmente transformará o mundo?

Eckhart - Certo. Admito que pareço estar no epicentro da onda de transformação porque isso é o que eu faço e as pessoas chegam para estar em contato comigo. Todos que encontro estão sofrendo transformações e às vezes, quando ligo a televisão, sou repentinamente lembrado – “Oh! Não está acontecendo com todo mundo”.

Por causa de minha posição peculiar, admito que certas vezes parece, para mim, que o mundo inteiro está se transformando. Ao mesmo tempo, recebo mesmo imensa massa de correspondência de pessoas que estão relatando mudanças na consciência e enorme diminuição do sofrimento, etc.

Isso eu vejo em toda parte; porém não, não tenho uma escala do tempo, tudo que eu sei é que há uma aceleração de algo. Também sinto que o planeta provavelmente não sobreviverá outros cem anos se a velha consciência predominar por muito tempo no planeta, com tudo que isso significa.

É impossível que a natureza do planeta possa suportar isso.
Assim, pela primeira vez na história humana essa transformação tornou-se uma necessidade, até mesmo para a sobrevivência da espécie. E talvez seja somente assim, em qualquer evolução e transformação, talvez seja apenas quando a espécie alcança um ponto crítico em que a sobrevivência fica ameaçada se ela continuar sem transformar-se – aí então essa transformação acontece em nível coletivo.

Eu acredito – e posso dizer que é quase um fato – que se os velhos padrões de fazer as coisas continuarem por mais cem anos, e naturalmente esses padrões ficarão ainda mais ampliados, os meios de destruição serão maiores e o planeta não será mais capaz de sustentar a vida humana por mais cem anos.

Assim, pela primeira vez na história humana chegamos a um ponto em que a transformação da consciência não é mais um luxo. Talvez tenha havido no tempo de Buda os primeiros florescimentos, também no tempo de Jesus, já apontando para algo novo, uma maneira de ver o que estava acontecendo. Os primeiros sinais disso e depois algumas flores aqui e ali, mas nunca tinha sido uma necessidade para a sobrevivência do planeta e o fim da loucura humana.

Mas depois veio a tecnologia, veio a ciência – sim, também manifestações de grande inteligência – e ainda assim ampliaram a loucura em larga escala. Antes as pessoas tinham sorte se conseguiam matar uns poucos, agora podem matar centenas, milhões com um só aparelho (riso).

Não há mudanças, simplesmente amplia-se o efeito da inconsciência.
E é uma boa coisa, porque vemos mais claramente que nunca.
É chocante para as pessoas que a primeira guerra criou armas poderosas de destruição, provindas da tecnologia, e aí pensamos: o que foi que fizemos?
Milhões e milhões de jovens morrendo nas trincheiras inutilmente – Oh, meu Deus – foi uma abertura da visão da loucura, lá no começo do século XX.
Mas agora sabemos também o que aconteceu no restante do século.

Está em seu rosto agora, é tão óbvio.
Eu sei que o trabalho que faço, qualquer que seja, é uma manifestação da nova consciência e há muitas pessoas atravessando isso. Para salvar o planeta? Eu não sei, talvez não.

Jenny Simon - Então, pode-se dizer que você é uma espécie de necessidade da evolução, de certa forma?

Eckhart - Sim, na realidade é isto que está acontecendo.
É quase como se a espécie estivesse se tornando algo novo, uma nova espécie está evoluindo da velha. E, novamente, não é algo do ego, dizendo eu sou da nova espécie, e você não (riso).
Mas sim, é bem como se uma nova espécie estivesse chegando, e está chegando porque a velha espécie não é mais capaz de sobreviver, a menos que mude (riso).

Jenny Simon - E você pode descrever a nova espécie, quais seriam suas características?

Eckhart - A nova espécie não necessita de inimigos, drama ou conflito para dar-lhe um sentido de identidade e assim, torna-se livre, em grande escala, do conflito e do sofrimento causado pelo homem, que é uma característica da velha consciência.

Buda teve uma bela perspectiva disso, quando disse, para descrever o estado de consciência da liberação, que ela é livre do sofrimento – você não sofre mais. Pode ainda haver dor, porque enquanto houver corpo físico haverá dor, você pode ter uma dor de dente. Mas o sofrimento psicológico é causado pela entidade do eu na cabeça. Você não mais causará sofrimento para si próprio através das estruturas do pensamento. E quando você não mais causa sofrimento para si, não mais causa sofrimento para outros.

A interação entre seres humanos não será mais coberta pelo medo, como é agora – o medo e o desejo, dois movimentos de estado inconsciente.
A interação humana será caracterizada pelo amor e compaixão.

E o amor não será do tipo “preciso de você, não ouse abandonar-me, porque eu não sei o que vou fazer se você me deixar”, o amor da chamada velha consciência.

Amor é simplesmente reconhecer o outro como sendo você próprio, o reconhecimento da unidade é amor.

E todas as interações, quando se reconhece o outro como você próprio, não mais acontecem através da formação de uma imagem, uma identidade da forma, de quem aquela pessoa é.
E porque você vai além da identificação da forma em si própria, não mais constrói pequenas armadilhas e pequenos conceitos de outras pessoas... então o amor reina.

Não se pode conceber o que seria o mundo se uma grande parte da humanidade vivesse nesse novo estado de consciência. Eu não faço, geralmente, considerações sobre esse fato.
Minha suposição sobre isso é de que não seria possível reconhecer a estrutura da natureza humana. Seria muito diferente.

Potencialmente este planeta poderia ser o paraíso – é um paraíso, mas as pessoas se esforçam muito para torná-lo um inferno, contudo ainda é um belo paraíso.

Não estou dizendo que no nível da forma não haverá limitação, sim, as formas ainda vêm e vão. Mas ainda assim a harmonia é possível, viver em harmonia com a natureza.
Viver em um estado de amor, amando a essência de cada forma, pois a vida se manifesta através de milhões de formas de vida.

Amando uma vida da qual milhões de formas são manifestações temporárias, amando-as como a si próprio, sendo elas – esse é o novo estado de consciência.

(Fonte :
http://cuidardoser.com.br/conhecendo-eckhart-tolle.asp)

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

60 segundos

Saiba  que 60 segundos de cara feia,brigas, rabugices, irracionalidades, são 60 segundos que te impediram de ser feliz!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Para minha afilhada Simone!

É uma alegria conviver com você!  A cada dia sinto-me agradecida e a meus pais por ter-me dado a alegria de ter batizado você! Hoje, senti vontade de reafirmar o que já fiz algumas vezes, o que convictamente sei que é real em nossas vidas. Você pode mudar sua vida a cada dia. 
Não importa quão maravilhoso seja o momento presente, o futuro pode ser ainda mais compensador e feliz.
O Universo sempre aguarda num repouso sorridente, que alinhemos nossos pensamentos com suas leis.
Quando estamos alinhados tudo flui.
É possível. Sempre é possível. Você pode fazê-lo. Eu posso. Todos podemos. Faça este esforço.
Isso lhe trará alegrias e muitas satisfações.
Todo mundo pode mudar para melhor, quer espiritualmente, profissionalmente.
E você minha afilhada querida, merece tudo de melhor que a vida tem a oferecer.

Um beijo de sua madrinha.

Charme e Sensualidade

Charme e sensualidade
Uma mulher que sabe ser feminina tem qualquer homem a seus pés
por Beth Valentim em 16/11/2009 | 10:37
Não existe hipocrisia no charme de uma mulher. Tampouco em sua sensualidade. A mulher tem essa essência na pele ou não tem. Quando é mulher - feminina - transmite através de receptores natos a energia que desbloqueia qualquer defesa masculina. Ele tenta não ser mais dela, mas perde todas as apostas. Jogas as fichas mais caras na mesa para ficar sem nada nas mãos e enfrentar a vontade de deixar de lado uma história. E nada consegue tirar um homem do foco de uma fêmea que mexe com seus instintos.
Mulher assim é desigual. Não adianta imitar, copiar. Quem a conheceu ficou de quatro, não consegue tirá-la da mente. Absorveu seu veneno letal e sabe que dessas gotas precisa até o fim de sua vida.
Tem mulher que sabe ser feminina, mas não perde a força do poder mulher. Entende que tem que ser carinhosa, bem cuidada, inteligente. Deixa as marcas dos seus passos na calçada da fama do amor. Seu sexo é polivalente. A pele é doce e o seu “Ele” a segura com a força de alma masculina. Ele geme, se deleita nas curvas gostosas. As deliciosas gotas de seus beijos causam estragos no equilíbrio do coitado.
Charme e sedução não se compram e uma mulher com essa combinação é quase perfeita. Isto porque, para manter a mistura poderosa, precisa estar com autoestima em alta e independência emocional idem. Nem precisa dizer que alguém assim tem de sobra essa coisa toda.
Mulher mix de sedução e charme é bela e se transforma em fera na cama. Seus lábios queimam o corpo do seu homem. E tatuado vai embora com marcas profundas para sempre.
Mulher incrível de sandálias femininas altas. É simples, mas haja trejeitos fundamentais. Tudo é charme. Deleite. A vida é alegria. Ela dança. Beija, faz amor e sexo como ninguém.
Mulher fada. Mulher princesa. Mulher gostosa. Mulher vencedora.
Remexe o corpo com sutileza e os centímetros de suas pernas fazem o parceiro acomodar o peito. As mãos deslizam em seus contornos. Os beijos úmidos amenizam o fogo que incendeia a cama. Adianta? Claro que não. E a saudade? Daqui a alguns dias tudo começa outra vez. Uma lenda. Cinco minutos bastam para despejar adrenalina. Sex Express, delivered, casual. Seja lá como for um homem que experimenta algo assim fica condenado para sempre. Ele volta, sempre volta.
Mulher que sabe suspirar com charme hipnotiza. Adormece o escolhido com o seu veneno fatal. Sobe no salto vestindo lingerie preto ou vermelho. Escolhe a dedo o perfume. O óleo de banho. A maquiagem. Joga um pano diáfano no corpo e o seu homem perde o fôlego.
Criatividade em alta é o ponto alto de uma mulher que carrega charme. Tem pensamentos de desejos especiais, afinal, é sensual. Usa as palavras certas. O olhar? Certo brilho que dilacera qualquer mau humor masculino. Ele não consegue jamais ficar mal ao lado dela.
Mulher charmosa e sensual tem o andar equilibrado no salto agulha. Seu remexer de cintura dá vertigem. Nada consegue abater uma mulher assim. Em seus piores dias espalha purpurina na lembrança afetiva de quem a conheceu.
Você é assim, mulher? Seu sabor é puro veneno feminino? Já sentiu sua força ao saber que aquele homem jamais lhe esqueceu? Que quando a encontra parece se apaixonar de novo? Que lhe chama de minha droga, meu desejo, minha mania?
Pois tenha certeza que ninguém lhe tira a dose de mulher que nasceu contigo. Que uma porção tão rica se abriga em frasco de cristal rosa, lógico. Nele são guardadas essências fatais ou letais, tanto faz. O que interessa é que provocam a combustão do amor-tesão.
Momentos mágicos. Sutilezas individuais. E sabe qual é o grande segredo de uma fascinante mulher? Ninguém vai descobrir, jamais. Sua pele por si mesma ateia fogo na cama aonde um homem deita e se desfaz em sua companhia.
Mas se ainda não consegue abalar a mente masculina, apimente sua relação. Comece com pouco e vai acrescendo de instantes, detalhes. Quando conseguir desabrochar, amiga, vai sentir aflorar os resultados. Talvez não consiga ter aquela estrela que pisca ao passar pelas ruas bem no centro do peito, mas seu estilo vai começar a chamar atenção do seu parceiro com força total. Tente, já é hora.
Recadinho: Ele vive telefonando e dizendo que está com saudade? Bingo. Sempre quando lhe encontra enlouquece e nem sabe o que diz? Bingo. Se tortura quando diz não? Bingo. Pode estar certa que é mulher carimbada de charme sensual. Mas se não consegue revirar os olhos de um homem, comece hoje mesmo a exercitar esse lado impressionante e feminino. Quem sabe pode descobrir o talento adormecido? Estou aqui torcendo por você!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

EU PRECISO MUDAR

Achei este artigo do prof. Menegatti sensacional por isso, pedindo a devida permissão, eu o repasso para vocês. Isadora

Eu preciso mudar...
Por Prof. Menegatti


Quantas vezes você já disse essa frase? E por que você não consegue fazer o que quer? Uma das coisas que influenciam nossas atitudes diárias é o nosso sistema de crença. A crença é um sistema de pensamentos que forma a base que vemos e experimentamos na vida. Assim nossos pensamentos determinam como percebemos nosso mundo. Formam, então, as nossas fronteiras.
Thomas Gordon dá em seu livro um exemplo bastante interessante para entendermos nossas crenças.
Em fotografia, você deve saber que pode colocar filtros sobre as lentes da câmara para modificar aquilo que ela registra no filme. Existem filtros para tornar o céu mais escuro, para esmaecer o foco, dar um efeito cintilante às luzes e muito outros. Quando as lentes das câmaras estão com filtro, ela vê uma nova “realidade”. E você pode mudar a “realidade” que a câmera vê trocando o filtro.
Nossas crenças trabalham da mesma maneira. São invisíveis e existem abaixo do nosso nível de consciência. Desta forma raramente são reconhecidos, examinados ou mesmo entendidos. Assim como o vidro de um aquário forma as fronteiras invisíveis do universo dos peixes. A maioria das pessoas poucas vezes examina as crenças que influenciam suas vidas e, por conseguinte, vivem no ambiente restrito do aquário.
Nossas crenças definem, limitam e influenciam nosso comportamento. Elas formam o que pensamos e o que não dizemos. Nossas crenças influenciam nossa vida como o trilho influencia o comportamento do trem. A maioria das pessoas acredita que controlam suas vidas, mas este controle é tão limitado quanto o controle que o maquinista tem sobre o trem. Na realidade, a única influência que o maquinista tem é sobre a velocidade. Ele pode diminuir ou aumentar a sua velocidade. Da mesma forma que os trilhos determinam a direção do trem. Nossas crenças configuram a direção de nossas vidas.
Além disso, caso suas crenças permaneçam as mesmas, seu futuro é perfeitamente previsível. Como o trem nos trilhos sempre seguindo a mesma rota para o mesmo destino, sem uma modificação de suas crenças seu futuro será simplesmente uma extensão de seu passado.

Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

SÓ PARA MULHERES

BREVE NO LABORATÓRIO DE ARTE E CULTURA - LAC

UMA EMPRESA/ESCOLA VOLTADA PARA VOCÊ, ARTISTA, DONA DE CASA, EMPRESÁRIA,COMERCIÁRIA, MASSAGISTA, TERAPÊUTA ENFIM TODAS AS MULHERES MARAVILHOSAS QUE COMPÕEM ESTE UNIVERSO FEMININO,NESTE ESPAÇO ACONTECERÁ O SÓ PARA MULHERES

O Só Para Mulheres - Encontro da Mulher Moderna irá preencher uma lacuna e se apresentar como um evento completo, em formato de workshop, com palestras, encontro emocional e emocionante, num espaço interativo, reunindo em um único local as tendências que permeiam o universo feminino. SEM AS CHATICES DE OUTROS ENCONTROS PARA MULHERES,QUE ME DESCULPEM OS OUTROS MAS ESTE SERÁ SENSACIONAL! BREVE ....AH O TELEFONE DO LAC É: 3216.9700 - LIGUEM PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES. BEIJOS!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Impaciências...

Foi pensando em como a vida é norteada de impaciências que resolvi, inquietar meu coração nesta noite quente de novembro, repensar a impaciência.

A impaciência que nos leva a praticar todas as impaciências do coração ao cerébro, do cerébro ao coração. Ficamos inquietos, sorrateiros e melancólicos quando moramos com a impaciência. Quantas atitudes impensadas ... quantas vezes desvendei o seio do autoritarismo e da intolerância, perdi amores, perdi virtudes e até sabor gostoso de lhe conquistar.

Sim, hoje eu sei,que foi por causa dela, e somente ela que me levou você!